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Foi aprovado esta semana no Parlamento Europeu o Relatório de
Iniciativa "Reforçar a confiança no Mercado
Único Digital" do qual o deputado Correia de
Campos foi o responsável pelo acompanhamento no Grupo
Socialista Europeu. O relatório identifica a
fragmentação jurídica atualmente existente no
mercado Interno, o que cria barreiras para consumidores e vendedores
essencialmente em matéria de comércio
transfronteiriço quando se enfrentam 27 ordens jurídicas
diferentes em áreas chave como o IVA, os serviços postais,
os direitos de propriedade intelectual. O texto aprovado viu serem
integradas as propostas apresentadas pelo deputado socialista
nomeadamente a necessidade de um escrutínio mais rigoroso por
parte das autoridades nacionais e europeias da correta e atempada
transposição das diretivas europeias, a
introdução de um 'teste de comércio
electrónico' em toda a produção legislativa que
possa influenciar o mercado interno digital e a necessidade de rever as
regras do IVA de forma a promover o comércio electrónico
transfronteiriço, fundamentalmente a nível das PME.
Segundo António Correia de Campos, "ficou patente neste
relatório a necessidade de um Mercado Interno Digital
transparente, funcional e regulamentado que permita um crescimento
inteligente, sustentável e inclusivo e sirva de impulso para o
desenvolvimento económico e a criação de empregos
na UE".
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O deputado Luís Paulo Alves intervindo esta
semana, na sessão plenária do Parlamento Europeu, em
Estrasburgo, no debate referente à proteção dos
animais durante o transporte, considerou que "a
proteção e o bem-estar dos animais é hoje na
sociedade europeia uma questão civilizacional. É por isso
nossa obrigação como políticos transformar em
orientações a forma de sentir das nossas
sociedades". Luís Paulo Alves afirmou que devem
fazê-lo "salvaguardando que as condições
necessárias para o transporte de animais são garantidas.
Que são certificados os equipamentos de transporte,
responsabilizados e fiscalizados os vários níveis
envolvidos, desde os produtores, os organizadores, os transformadores e
as autoridades veterinárias, de acordo com as
orientações que temos definido". No entanto,
para o eurodeputado açoriano "não devemos
contudo, salvaguardadas estas condições, deixar de
considerar os pareceres científicos e de ter em conta
também determinados condicionalismos, nomeadamente, de ordem
geográfica, que regiões periféricas e
ultraperiféricas como os Açores apresentam e que
são incompatíveis com a introdução da
restrição temporal de 8 horas". Luís
Paulo Alves terminou, apelando ao plenário, "o
Parlamento deve usar, Sr. Presidente, o seu bom senso, isentando neste
relatório estas regiões desta obrigação
temporal, impraticável nos seus casos".
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Ana Gomes interveio no debate do Parlamento Europeu
(PE) sobre a preparação do Conselho Europeu desta semana,
questionando o Presidente da Comissão Europeia (CE), Durão
Barroso, depois deste ter falado sobre os imperativos económicos
e de justiça que impunham o combate à fraude e
evasão fiscais na União Europeia (UE). A deputada quis
saber quais eram então as razões por que a Troika, que a
CE integra, não se opõe em Portugal às medidas
tomadas pelo Governo, no âmbito do Regime Especial de
Regularização Tributária III (Orçamento de
Estado de 2012). Medidas que, afirmou, beneficiam os perpetradores de
fraude e evasão fiscais, por exemplo os já identificados
como tendo ativos depositados na Suíça, permitindo-lhes
legalizar os capitais, sem ter de os repatriar, mediante o pagamento de
uma taxa baixíssima de 7.5% e criando-lhes inclusive
condições para a lavagem de dinheiro proveniente de outra
criminalidade; e, ainda por cima, assegurando-lhes a
proteção do segredo. (Ana Gomes já havia em
setembro passado questionado por escrito a Comissão sobre este
assunto, recebendo resposta do Comissário Barnier, que não
determinou reações da Troika em Portugal - pergunta
e resposta).
Esta semana, em Estrasburgo, Ana Gomes felicitou os deputados Rui
Tavares e Leonidas Donskis pelos relatórios que elaboraram em
aplicação da Estratégia europeia para os Direitos
Humanos, "de modo a dar mais coerência e eficácia
à atuação da UE em defesa dos Direitos Humanos pelo
mundo fora", salientou a deputada, que sublinha a
importância de ter sido aprovada pelo PE a proposta de Rui Tavares
de passarem a ser publicadas listas de empresas diretamente envolvidas
na violação de direitos humanos. No debate, Ana Gomes
lamentou que a "União Europeia tarde em promover a
referência do regime assassino de Assad, na Síria, ao
Tribunal Penal Internacional" e reiterou esperar que Stavros
Lambridinis como Representante Especial da UE para os Direitos Humanos
"dê mais coerência aos Direitos Humanos nas
diversas politicas - comerciais, energéticas, etc - da UE
relativamente a parceiros estratégicos como a China e a
Rússia", mas também em relação a
países beneficiários de ajuda ao desenvolvimento, como a
Etiópia. Ana Gomes considerou: "os Direitos Humanos
definem a União Europeia e os interesses europeus. Têm,
portanto, de nortear todas as políticas europeias, internas e
externas".
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A deputada e porta-voz dos Socialistas Europeus para os Assuntos
Económicos Elisa Ferreira defendeu, esta semana
em Estrasburgo, a necessidade de a Europa dispor de uma visão de
médio prazo e de futuro para a União Monetária e
para a UE. No debate sobre a cimeira europeia, Elisa Ferreira sublinhou
os aspectos que considera necessário salvaguardar no âmbito
da União Bancária: "Em primeiro lugar, é
claro que a supervisão do Banco Central Europeu sobre todos os
bancos da zona euro é fundamental. O Banco Central Europeu tem o
poder e a credibilidade para o fazer. Mas importa que a
articulação de funções entre o Banco Central
e os supervisores nacionais não redunde na prática, isto
é, aos olhos dos cidadãos, numa separação de
bancos, entre bancos de primeira classe que, sendo os mais perigosos, os
que mais risco trazem ao sistema, aparentam ser supervisionados a
nível central e implicitamente garantidos a nível europeu,
deixando para segunda classe os que são supervisionados a
nível local". A deputada apontou outro aspecto
relacionado com os depósitos. "Os depositantes
não recebem uma remuneração adicional quando os
bancos têm lucros, portanto não podem também perder
as poupanças quando o banco tem problemas. Uma supervisão
forte e única de todos os bancos a nível da União
Europeia, ou pelo menos da União Monetária, tem de ser
acompanhada por uma garantia sólida e conjunta dos
depósitos", afirmou. Elisa Ferreira alertou ainda para
o facto de o crédito não estar a chegar às empresas
sendo que os bancos são o fator fundamental de fornecimento desse
crédito, sobretudo nos países onde a
recuperação da economia real é mais importante. A
deputada lembrou igualmente que a fraude e a evasão fiscal tornam
todo o sacrifício dos cidadãos estruturalmente injusto:
"Quanto a isso é preciso que rapidamente passemos das
palavras aos atos".
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O deputado e relator principal do Parlamento Europeu (PE) para a
reforma da Política Agrícola Comum (PAC), Capoulas
Santos, reuniu, esta semana, com o comissário Janez
Potočnik para abordar os aspectos relacionados com o ambiente no
âmbito das negociações sobre o futuro da PAC, que
entram agora na recta final no PE. O encontro permitiu trocar
impressões sobre a componente "verde" da PAC, o
designado "greening". Enquanto relator do PE, Capoulas Santos
considera este tema um dos mais importantes da reforma da PAC pós
2014. O deputado pretende que a próxima PAC valorize o potencial
da agricultura na preservação do ambiente, e que este
aspecto seja conciliado com a competitividade da atividade
agrícola. Neste sentido, defende uma abordagem comum europeia em
termos de objetivos ambientais a prosseguir no desempenho das atividades
agrícolas, como contrapartida do recebimento de ajudas diretas da
PAC, e defende ainda que as especifidades regionais ou locais em termos
de sensilidade ecológica podem ser tidas em conta a partir do
enquadramento do Desenvolvimento Rural. Capoulas Santos tem o apoio do
comissário do Ambiente nesta abordagem. O eurodeputado socialista
teve igualmente ocasião de reunir com o comissário da
Agricultura Dacian Ciolos para discutir os compromissos já
alcançados no seio do Parlamento Europeu. Após
várias semanas de uma longa maratona negocial de reuniões
e encontros com decisores políticos, parlamentares,
organizações do sector, ministros, diplomatas, o deputado
está muito perto de alcançar um acordo no seio do PE sobre
os capítulos relativos ao Desenvolvimento Rural e aos Pagamentos
Diretos, estando já contempladas prioridades previamente
estabelecidas para Portugal.
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A deputada Edite Estrela reuniu com a Ministra
Sotiroula Charalambous, responsável pela área do emprego e
assuntos sociais da presidência cipriota do Conselho da
União Europeia (UE), para uma troca de pontos de vista sobre o
processo de revisão da diretiva "licença de
maternidade". Recorde-se que o Parlamento Europeu aprovou as
propostas legislativas de Edite Estrela relativas à
licença de maternidade, em outubro de 2010, mas desde
então o Conselho da UE ainda não foi capaz de tomar uma
decisão. "Até agora, não obstante a
flexibilidade demonstrada pelo PE, o Conselho não respondeu
às nossas propostas nem mostrou interesse em encetar sequer um
diálogo informal para se encontrar uma solução
equilibrada que sirva as famílias europeias", afirmou a
deputada. Os representantes da próxima presidência rotativa
da UE, a cargo da República da Irlanda, também presentes
na reunião, garantiram à deputada que tudo vão
fazer para desbloquear o processo. Para debater este assunto, a deputada
socialista tem já agendadas reuniões com a
Confederação Europeia de Sindicatos e com o Lóbi
Europeu das Mulheres, duas organizações que recentemente
enviaram uma carta conjunta ao Conselho para pressionar os
Estados-membros a avançarem com o processo de revisão da
diretiva. A legislação apresentada por Edite Estrela foi
aprovada por uma esmagadora maioria do PE. As importantes e inovadoras
propostas legislativas alargam o período de licença de
maternidade na UE das atuais 14 semanas para as 20 semanas pagas por
inteiro, e estabelecem também uma licença de paternidade
de duas semanas pagas na íntegra.
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Intervindo esta semana no grupo de trabalho de assuntos constitucionais
do grupo parlamentar socialista, Vital Moreira
pronunciou-se mais uma vez contra as propostas de
redistribuição de lugares entre os Estados-membros no
Parlamento Europeu. Na verdade, aproveitando o facto de se ter de abrir
lugar para a representação da Croácia no
próximo Parlamento Europeu - a partir das próximas
eleições europeias, em 2014 - surgiram propostas para
proceder a uma profunda reformulação da atual
distribuição dos lugares no Parlamento Europeu, em favor
dos maiores países, (exceto a Alemanha que não pode
ultrapassar 96 deputados, máximo permitido pelos Tratados) e
à custa dos pequenos e médios países (os muito
pequenos têm garantidos 6 lugares pelos Tratados). No chamado
"compromisso de Oxford" encomendado pelo eurodeputado liberal
britânico Andrew Duff, Portugal e outros países
médios perderiam vários lugares (4 no caso de Portugal!)
em favor da França, do Reino Unido, da Itália, da Espanha
e da Polónia. Opondo-se frontalmente a esse desígnio,
Vital Moreira defendeu a manutenção do atual
equilíbrio de "proporcionalidade degressiva", sem
nenhum acréscimo de representação dos grandes
países. Admitindo que, desta vez, os lugares a atribuir à
Croácia possam ser retirados aos países de média
dimensão, Vital Moreira notou que isso já significa em si
diminuir a sua representação relativa face aos grandes
países. Por isso, em próximas adesões
(Islândia, Sérvia...) devem ser os grandes Estados-membros
a "contribuir" para a representação dos novos
Estados-membros, restabelecendo a atual posição relativa
da representação nacional no Parlamento Europeu.
Eventos da semana:
Esta semana, durante a sessão plenária do Parlamento
Europeu que decorreu em Estrasburgo, Vital Moreira viu aprovados dois
relatórios de que foi autor na área do comércio
internacional. Vital Moreira teve ainda uma reunião de trabalho
com o Embaixador do Canadá junto da União durante a qual
foi analisado o estado atual das negociações do tratado de
comércio entre a UE e o Canadá.
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| Eurodeputados do PS querem saber se Portugal pode beneficiar de condições de financiamento idênticas às da Grécia |
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Os deputados socialistas portugueses no Parlamento Europeu interpelaram
a Comissão Europeia e o Conselho sobre a possibilidade de
Portugal beneficiar de medidas semelhantes às que foram
concedidas à Grécia no âmbito do empréstimo
do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira. A Delegação
Socialista Portuguesa no PE enviou uma interpelação
escrita às duas instituições europeias no sentido
de clarificar se "as condições de que passou a
beneficiar a Grécia na utilização do Fundo Europeu
de Estabilidade Financeira são extensíveis a
Portugal". "Tendo o Fundo Europeu de Estabilidade Financeira
como objetivo a salvaguarda da estabilidade financeira da Zona Euro
através da assistência financeira temporária aos
seus Estados-membros, poderá Portugal beneficiar das novas
condições estabelecidas para a Grécia",
questionam os deputados socialistas portugueses. A
interpelação menciona a reunião do Eurogrupo de 26
de novembro que decidiu conceder condições mais
flexíveis à Grécia para cumprir o programa de
ajustamento económico sublinhando que esta decisão para a
Grécia, nos termos do princípio de igualdade de tratamento
entre os Estados-membros sujeitos a programas de assistência,
deverá ser aplicada também em Portugal e na Irlanda.
No pedido de esclarecimentos enviado à Comissão e ao
Conselho, os eurodeputados do PS referem as declarações
contraditórias e pouco claras do Presidente do Eurogrupo e do
Ministro das Finanças Vitor Gaspar que, num primeiro tempo, deram
a entender que Portugal e Irlanda poderiam beneficiar do
princípio da igualdade de tratamento no acesso ao Fundo Europeu
de Estabilidade Financeira, tendo depois rejeitado essa possibilidade. O
pedido de esclarecimentos dirigido à UE surge num momento em que
"as condições económicas e sociais em Portugal
se vêm deteriorando" em consequência das medidas de
austeridade, como se pode comprovar através da subida da taxa de
desemprego (de 13,7% para 16,3% entre outubro de 2011 e outubro de 2012)
e da contração da economia, que de acordo com as
previsões da OCDE atingirá 1,8% em 2013.
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* Ana Gomes negociou, em nome do Grupo Socialista, as
resoluções aprovadas esta semana pelo PE sobre os
confrontos no Egito, o conflito Israel/Palestina e
resoluções de urgência sobre Direitos Humanos na
República Democrática do Congo e na Índia. No
debate sobre o Egito, Ana Gomes instou o Presidente Morsi a dialogar com
todas as forças democráticas, salientando que o projeto de
Constituição não salvaguarda as garantias
democráticas e a proteção dos direitos das
mulheres, nem a proteção minorias. Além disso,
"o processo referendário é questionável e
nada contribui para afirmar a legitimidade da Presidência e da
Constituição", considerou. Sobre a
decisão de Israel de expandir os colonatos na Cisjordânia,
Ana Gomes afirmou que Israel viola o Direito Internacional e que o
anúncio de construir mais de 3 mil habitações em
território palestino "é uma
provocação e uma verdadeira derrota que Israel se
auto-inflige". Para a deputada, a única maneira de
assegurar a segurança a que Israel aspira, passa por viver ao
lado de um Estado palestino. "A UE tem de agir junto de
Israel, nas Nações Unidas e onde for
necessário", e Israel tem de perceber que a sua
decisão "tem de ter consequências na
cooperação entre Israel e UE" defendeu Ana
Gomes, que igualmente condenou as declarações do
líder do Hamas, Khaled Meshal, pondo em causa a existência
do Estado de Israel.
* O PE deu esta semana um apoio expressivo à
criação de um Imposto às Transações
Financeiras por parte de 11 Estados-Membros da UE, que desta forma
contornam o bloqueio que a medida enfrentou no Conselho Europeu. O
resultado de 533 votos a favor de entre 656 deputados votantes permite
à Comissão Europeia iniciar a preparação dos
detalhes técnicos com este grupo de países, que inclui
Portugal e representa cerca de 90% do PIB da zona euro. Para
Elisa Ferreira, o voto indica que
"começa a ser corrigido o desequilíbrio gritante
na distribuição da carga fiscal entre a economia real e o
setor financeiro", embora represente "apenas o
começo de um longo caminho a percorrer pela Europa". A
eurodeputada socialista defende que este imposto levará o sector
financeiro a contribuir para a "factura da
recuperação de uma crise de que é o principal
responsável".
* Correia de Campos debateu esta semana no PE, para a
cadeia de televisão France 24, as problemáticas da
ciência e da inovação. Com a recente
aprovação na comissão da "Indústria,
Energia e Investigação", do dossier sobre o programa
Horizonte 2020 prepara-se agora uma importante fase negocial com o
Conselho e a CE, na qual a dotação orçamental
proposta pela Comissão (80 mil milhões de euros) e pelo PE
(100 mil milhões de euros) enfrenta a oposição do
Conselho que tem vindo a avançar propostas mais restritivas. O
deputado realçou, no âmbito da sua
intervenção, a importância de um orçamento
forte para a ciência e inovação para uma Europa de
futuro, que aposte na qualificação dos seus recursos
humanos e na competitividade do sector empresarial, para o crescimento
económico e a criação de emprego. Segundo Correia
de Campos, "a Europa não terá possibilidade de
competir com os restantes blocos económicos e países
emergentes em termos de mão de obra barata ou de dumping
ambiental; devemos apostar na criação de produtos e
serviços inovadores, nas PMEs e no empreendedorismo de base
tecnológica e numa forte base de excelência
científica e qualificação profissional que seja um
factor de atração e manutenção da
indústria na Europa".
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