Edite Estrela insta líderes europeus a tomarem decisões urgentemente em defesa da UE |
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A deputada Edite Estrela apelou aos líderes europeus
para que definam urgentemente um rumo para a UE já que com a atual crise
"pode estar em risco a democracia e a paz". No debate em
plenário que decorreu esta semana no Parlamento Europeu em Estrasburgo
sobre a próxima cimeira europeia, a deputada socialista instou os chefes
de Estado e de governo europeus a tomarem decisões ambiciosas que
defendam a moeda única, o projeto europeu e a coesão territorial e
social. "Precisamos de mais Europa. Precisamos de reforçar a união
política, de mutualizar as dívidas soberanas e de promover a
harmonização fiscal. Precisamos de crescimento económico e de criação de
emprego. Sem isso, ficaremos cada vez mais pobres, mais desunidos e mais
irrelevantes no mundo globalizado". No debate em que estiveram
representantes da Comissão Europeia e da Presidência dinamarquesa do
Conselho da UE, Edite Estrela interpelou: "Espero que tenham
consciência da gravidade da situação e que tenham aprendido a lição com
a crise de 29". "Os decisores políticos têm de urgentemente dar
confiança e esperança aos cidadãos". A deputada sublinhou
igualmente que "os programas de austeridade que tantos sacrifícios
exigem aos cidadãos europeus, não são a solução. É uma evidência que
países tão diferentes como a Grécia, Irlanda e Portugal não podem ser
sujeitos à mesma terapia, uma vez que padecem de males distintos". |
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Elisa Ferreira defende "gestão solidária da dívida soberana" |
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A deputada Elisa Ferreira defendeu esta semana a
necessidade de "gestão comum da dívida soberana sujeita a regras
exigentes, mas claras" por parte dos países europeus. "É
verdade que o combate à crise aberta pelos mercados financeiros agravou
o endividamento dos países da zona euro e que os mais fragilizados se
tornaram particularmente vulneráveis. No entanto, será possível que
países partilhando a mesma moeda sejam entregues à sorte dos ataques dos
operadores financeiros e dos que ganham apostando na probabilidade de
países do euro entrarem em bancarrota?", interpelou a deputada e
porta-voz dos Socialistas Europeus para os assuntos económicos. "As
terríveis consequências da incapacidade de resposta do Conselho e da
Comissão geraram problemas que hoje são inquestionáveis. Os juros
especulativos praticados sobre países individuais inviabilizaram
qualquer estratégia de saída da crise. O consequente agravamento do
problema económico do país justifica um novo empolamento de juros até
que o corte total do crédito mate a economia de um país, e o contágio
faz o resto", afirmou. "Na resolução que este Parlamento
aprovou maioritariamente a propósito de um novo Tratado ficou
absolutamente claro que não é admissível continuar a impor mais regras
de estabilidade fiscal, disciplina orçamental e sanções sobre países do
euro sem dar passos concretos e urgentes na gestão solidária da dívida
soberana. Os dois processos terão de evoluir em paralelo. É isso que
esperamos da Comissão e é tarde demais agora", concluiu. |
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Vital Moreira contra vantagens comerciais para os colonatos israelitas na Palestina |
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Luís Paulo Alves reclama falta de condições para abandonar as quotas leiteiras na Europa |
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Luís Paulo Alves intervindo na sessão plenária, em
Estrasburgo, no debate sobre o chamado "Pacote do Leite", para as
relações contratuais no setor do leite e dos produtos lácteos considerou
que "se o melhoramento da condição de autorregulação no
relacionamento entre atores do setor é desejável, já pensar que isso por
si só é suficiente, é laborar num erro grave, que pode afastar milhares
de produtores de leite, dezenas de regiões e até alguns países da
atividade leiteira". Para o deputado o "Pacote do Leite"
apresentado, como um instrumento de organização do setor, "apesar de
abarcar elementos positivos importantes como o reforço do papel das
organizações de produtores e das organizações inter-profissionais e
aspetos contratuais, que nalguns Estados-membros podem constituir um
avanço no relacionamento dos produtores com os transformadores,
deixa-nos bastante aquém dos instrumentos que o setor necessita para
prosperar nos próximos anos, no quadro de uma agricultura que queremos
que tenha na Europa acesso à distribuição justa do valor na cadeia
alimentar, que não se transforme numa agricultura das grandes
explorações intensivas, concentradas nuns poucos Estados-membros".
Luís Paulo Alves enfatizou que "na perspetiva de um setor
sustentável, económica, social, ambiental e territorialmente, esta
regulação, mesmo após a aprovação deste "Pacote do Leite", continua
ainda por fazer. Não poderemos abandonar o regime de quotas leiteiras
sem que se tenha garantido verdadeiros instrumentos de gestão de
oferta". |
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Ana Gomes intervém sobre a situação na Síria |
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Ana Gomes, coordenadora socialista para os Assuntos
Externos no Parlamento Europeu, participou no dia 15 de fevereiro num
debate em plenário sobre a situação na Síria, instando a comunidade
internacional a "inequivocamente condenar o regime sírio" e
pressionar Bashir al-Assad a acabar com as atrocidades contra o seu povo
e afastar-se do poder. "Não desistiremos de encorajar a UE a apoiar
a Liga Árabe e outros atores regionais, procurando que o Conselho de
Segurança da ONU decrete uma trégua humanitária e determine uma força de
paz para a Síria, que ajude a impedir a guerra civil e abra caminho à
transição democrática", disse. "A UE tem também de apontar o
dedo à China e à Rússia pela vergonha moral de se colocarem contra 13
outros membros do Conselho de Segurança da ONU e, assim, impedirem o
Conselho de Segurança de exercer a responsabilidade de proteger o povo
sírio", acrescentou. "Assad vai cair, inevitavelmente. É uma
questão de tempo. A UE tem que ter orientação estratégica desde já para
o pós-Assad", concluiu. No debate realizado no mesmo dia sobre o
próximo Conselho Europeu de 1 e 2 de março, Ana Gomes, referindo-se ao
drástico plano de austeridade imposto ao povo grego em troca de um
segundo empréstimo de resgate, disse: "Muitas vozes, sobretudo
alemãs liberais e de direita, acusam a Grécia de não estar a cumprir o
acordo com a troika. No entanto, o que é que eles têm a dizer sobre
Portugal, que está a cumprir, reconhecidamente, liderado por um governo
que se quer "mais troikista do que a troika"? E, no entanto, Portugal,
quando assinou o acordo com a troika, em maio passado, tinha a dívida
pública a 92% do PIB e agora, nove meses depois, tem a dívida pública a
110% do PIB. Não quer isto dizer que a receita de austeridade recessiva
está errada e é absolutamente contraproducente?". |
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Correia de Campos reúne com representantes da Câmara de Comércio Norte-Americana |
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O deputado Correia de Campos reuniu esta semana, em
Estrasburgo, com uma comitiva de empresários e representantes da Câmara
de Comércio Norte-Americana junto da UE para abordar questões
relacionadas com as reformas económicas e governação, o mercado único e
a cooperação transatlântica. Correia de Campos foi convidado a fazer uma
intervenção centrada no papel que o Parlamento Europeu desempenha na
concretização do mercado único. O deputado socialista referiu os
principais desafios que se apresentam ao mercado único dando como
exemplo a promoção do crescimento económico, o potencial do comércio
eletrónico e a necessidade de garantir um acesso generalizado dos
cidadãos a inúmeros serviços. Sublinhou ainda a importância que para o
PE reveste a necessidade de se apostar no reforço dos direitos dos
cidadãos e dos consumidores indo ao encontro das suas preocupações. O
deputado, que foi autor do relatório do PE sobre um mercado único para
os europeus, considera crucial o reforço da componente social e a
necessidade de colocar as preocupações dos cidadãos no centro do Mercado
Único Europeu. Correia de Campos abordou igualmente as propostas
legislativas e iniciativas que a Comissão do Mercado Interno tem em mãos
destacando as prioridades para o Grupo dos Socialistas e Democratas, em
particular três áreas: a proteção dos consumidores, em que salientou a
preocupação com a fatura energética, o acesso ao comércio eletrónico ou
a resolução de conflitos em linha; o reforço da posição dos
consumidores, através de um direito universal à titularidade de uma
conta bancária e acesso a serviços de qualidade e, como terceira
prioridade realçou a importância da mobilidade dos cidadãos e a
necessidade de assegurar a portabilidade dos direitos sociais, a
implementação efetiva da Diretiva sobre as qualificações profissionais e
o reconhecimento de diplomas. |
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* O deputado e relator principal do Parlamento Europeu sobre a
reforma da PAC, Capoulas Santos, participou esta
semana num seminário, em Helsínquia, organizado pelo governo finlandês
sobre o futuro da agricultura europeia. O deputado português partilhou o
painel com o ministro da Agricultura e o presidente do parlamento
finlandeses. Na sua intervenção, o deputado sublinhou a importância de a
UE procurar soluções para implementar uma agricultura sustentável e mais
"amiga" do ambiente.
* Vital Moreira reuniu esta semana em Estrasburgo
com representantes da American Chamber of Commerce to the EU (AmCham EU)
para uma troca de pontos de vista sobre o estado das negociações da
Agenda de Desenvolvimento de Doha (DDA) e sobre as conclusões da cimeira
de 2011entre a UE e os EUA, onde se decidiu criar um grupo de trabalho
sobre crescimento e emprego.
* Intervindo no dia 16 num debate sobre a Convenção
Pan-Euro-Mediterrânica sobre Regras de Origem Preferenciais, Ana
Gomes sublinhou o potencial para o desenvolvimento económico e
comercial que poderia implicar para a UE ajudar a primavera Árabe a
cumprir-se, mas sublinhou que é necessário também um
esforço para desbloquear os obstáculos políticos à intensificação
do comércio sul-sul, dando o exemplo de Marrocos-Argélia, e sublinhando
que as facilidades comerciais a conceder pela UE não podem abrir acesso
ao mercado europeu de produtos provindos dos colonatos na Palestina ou
do território do Sahara Ocidental ocupado, classificados como produtos
israelitas ou marroquinos.
* Edite Estrela interpelou a CE sobre as práticas
fiscais de determinados países da UE que podem contrariar o projeto
europeu e prejudicar outros Estados-membros. Numa pergunta escrita à CE,
Edite Estrela refere que há cada vez mais empresas da UE a transferir a
sua sede para países como a Holanda, a fim de aí passarem a ser
tributadas e assim pagarem menos impostos. Isto significa, segundo a
deputada, que "países como Portugal, onde têm vindo a ser aplicadas
rigorosas medidas de austeridade que impõem enormes sacrifícios aos
cidadãos, perdem um contributo fiscal importante". A deputada também
questionou a CE sobre a recente decisão do governo português de
suspender a atribuição de novas licenças para a produção de energias
renováveis e cogeração. A deputada pretende que a Comissão
esclareça se a decisão do governo corresponde às exigências contidas no
memorando de entendimento com a troika. Na sua pergunta, a deputada
sublinha que a recente decisão do governo de suspender a atribuição de
novas licenças para a produção de eletricidade em regime especial afeta
sobretudo a produção de energia elétrica a partir de energias renováveis
ou de resíduos industriais, agrícolas ou urbanos, o que dá um sinal
negativo aos investidores e cria incertezas jurídicas. |
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