Carlos Zorrinho negociador S&D da resolução sobre a situação humanitária em Moçambique

Carlos Zorrinho negociador S&D da resolução sobre a situação humanitária em Moçambique

14.09.2020

O deputado foi designado negociador pelo Grupo dos Socialistas e Democratas (S&D) para a resolução sobre Moçambique, que será debatida e votada na sessão plenária que decorre em Bruxelas.

A situação humanitária em Moçambique, particularmente em Cabo Delgado, tem estado no centro das atenções de Carlos Zorrinho que tem alertado o Parlamento Europeu e toda a comunidade para a tragédia que se abateu sobre a região, motivo pelo qual, juntamente com a deputada Isabel Santos, foi um dos proponentes do debate na sessão plenária.

Carlos Zorrinho, Co-Presidente da Assembleia Parlamentar Paritária ACP/UE apelou às autoridades moçambicanas “para que tomassem medidas eficazes e decisivas com vista à proteção dos cidadãos de Cabo Delgado” e defendia que “a principal prioridade do governo deveria ser levar à justiça os suspeitos de atos criminosos e a sua submissão a julgamentos justos”.

“Moçambique deve explorar possíveis opções de cooperação transfronteiriça”, sendo que “o Órgão de Cooperação Política, Defesa e Segurança da SADC (OPDS) poderia ser um elemento importante para gerir e condenar este conflito a curto prazo”, afirma o deputado.

O documento que o Parlamento Europeu debaterá e votará na quinta-feira é o resultado da conjugação das resoluções apresentadas pelos diferentes grupos políticos. O Grupo S&D condena os ataques terroristas contra as populações e as forças governamentais perpetradas pelo Grupo al Shabaab, expressa a sua solidariedade com as vítimas e apela às instituições internacionais e aos doadores, e em particular à União Europeia (UE) e à Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para que redobrem o seu esforço, em articulação com as autoridades e a sociedade civil moçambicana, para que seja possível responder com urgência à crise humanitária. Desafia ainda a Comissão a assegurar que os investidores europeus atuem responsavelmente no território e contribuam para o desenvolvimento local.

Desde 2017 um grupo islamita é responsável por ataques violentos, mortes e deslocações de civis, em particular na província norte de Cabo Delgado, em Moçambique. Comete ataques coordenados e simultâneos contra civis e instituições governamentais. Centenas de pessoas foram mortas desde então, enquanto que, segundo fontes da ONU, mais de 210.000, na sua maioria mulheres e crianças, tiveram de fugir das suas casas.

O deputado foi designado negociador pelo Grupo dos Socialistas e Democratas (S&D) para a resolução sobre Moçambique, que será debatida e votada na sessão plenária que decorre em Bruxelas.

A situação humanitária em Moçambique, particularmente em Cabo Delgado, tem estado no centro das atenções de Carlos Zorrinho que tem alertado o Parlamento Europeu e toda a comunidade para a tragédia que se abateu sobre a região, motivo pelo qual, juntamente com a deputada Isabel Santos, foi um dos proponentes do debate na sessão plenária.

Carlos Zorrinho, Co-Presidente da Assembleia Parlamentar Paritária ACP/UE apelou às autoridades moçambicanas “para que tomassem medidas eficazes e decisivas com vista à proteção dos cidadãos de Cabo Delgado” e defendia que “a principal prioridade do governo deveria ser levar à justiça os suspeitos de atos criminosos e a sua submissão a julgamentos justos”.

“Moçambique deve explorar possíveis opções de cooperação transfronteiriça”, sendo que “o Órgão de Cooperação Política, Defesa e Segurança da SADC (OPDS) poderia ser um elemento importante para gerir e condenar este conflito a curto prazo”, afirma o deputado.

O documento que o Parlamento Europeu debaterá e votará na quinta-feira é o resultado da conjugação das resoluções apresentadas pelos diferentes grupos políticos. O Grupo S&D condena os ataques terroristas contra as populações e as forças governamentais perpetradas pelo Grupo al Shabaab, expressa a sua solidariedade com as vítimas e apela às instituições internacionais e aos doadores, e em particular à União Europeia (UE) e à Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) para que redobrem o seu esforço, em articulação com as autoridades e a sociedade civil moçambicana, para que seja possível responder com urgência à crise humanitária. Desafia ainda a Comissão a assegurar que os investidores europeus atuem responsavelmente no território e contribuam para o desenvolvimento local.

Desde 2017 um grupo islamita é responsável por ataques violentos, mortes e deslocações de civis, em particular na província norte de Cabo Delgado, em Moçambique. Comete ataques coordenados e simultâneos contra civis e instituições governamentais. Centenas de pessoas foram mortas desde então, enquanto que, segundo fontes da ONU, mais de 210.000, na sua maioria mulheres e crianças, tiveram de fugir das suas casas.