17 de abril de 2020
 

Pedro Silva Pereira afirmou, na sessão plenária de Bruxelas, que a União Europeia precisa de dar uma resposta forte e solidária à crise do covid-19. O Vice-Presidente do Parlamento Europeu sublinhou “a necessidade de lançar um grande plano europeu de recuperação económica, com os meios financeiros necessários. Para tal, será crucial alcançar um acordo político urgente para um Quadro Financeiro Plurianual mais reforçado e com mais recursos próprios e proceder à emissão de recoverybonds, ou seja, a emissão de títulos de dívida pela própria Comissão Europeia garantidos pelo próprio orçamento europeu”. “Com a resolução apoiada pelos quatro maiores grupos políticos pró-europeus, o Parlamento mostra a sua união e responsabilidade, apresentando propostas ambiciosas para enfrentar a crise. Cabe, agora, à Comissão e ao Conselho fazerem a sua parte”, disse.

Pedro Silva Pereira

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A Comissão Europeia apresentou orientações para um roteiro europeu para o levantamento progressivo das medidas de contenção originadas pela crise do coronavírus. Também aqui é necessária uma resposta europeia. Não está em causa a soberania dos Estados; está em causa a vida dos cidadãos. Estas orientações têm a ver, nomeadamente, com o levantamento gradual das medidas, a substituição progressiva de medidas gerais por específicas, a supressão coordenada dos controlos nas fronteiras internas, o reinício faseado da atividade económica e a autorização progressiva de ajuntamento de pessoas.

Margarida Marques

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Esta semana a Comissão Europeia anunciou um roteiro europeu com recomendações aos Estados-Membros para coordenar o levantamento progressivo das medidas de contenção e retoma da atividade económica. O Grupo S&D já reagiu: este plano fica aquém das expectativas. A prioridade deve ser a saúde, garantir que os Estados-Membros dispõem de instalações médicas, equipamentos de proteção individual e testes. Para evitar um novo surto, as linhas orientadoras devem ser coordenadas e adaptadas às diferentes realidades e necessidades.

Sara Cerdas

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Plano de recuperação robusto

Exigir da União Europeia e dos seus Estados membros que sejam solidários, cooperantes e democráticos é uma forma de salvar vidas, mitigar o sofrimento dos povos e preparar a recuperação da profunda crise económica e social que a pandemia está a semear. Portugal tem sido exemplar neste combate. Os passos positivos que a União Europeia tem dado decorrem também de um forte empenho e exigência do nosso País e de quem o representa nas instituições. 

Ainda há um árduo caminho a percorrer, para nos prepararmos, enquanto parceria de paz, liberdade e desenvolvimento sustentável, para estarmos à altura do desafio. O próximo Quadro Financeiro Plurianual tem que ser reforçado em recursos e mais próximo nas respostas. O plano de recuperação, robusto e financiado de forma conjunta e mutualizada, depois de vencida a pandemia, constituí o instrumento crítico para que a União possa estar à altura do momento que atravessamos.

Carlos Zorrinho

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"Lamento profundamente a decisão dos EUA de suspender os fundos para a Organização Mundial de Saúde. Não existe nenhuma razão que justifique este corte, num momento em que os seus esforços são mais do que nunca necessários para ajudar a conter e mitigar a pandemia do coronavirus."

Josep Borrell, Alto Representante da UE para a Política Externa

Em resposta a mais uma tomada de posição unilateral do Presidente dos EUA, que decidiu cortar o financiamento à OMS, Josep Borrell, lamentou profundamente esta decisão injustificada. No momento em que o trabalho desta organização é mais necessário, Donald Trump reforça, mais uma vez, a sua luta contra o multilateralismo e a colaboração internacional, optando por tentar procurar um inimigo externo, onde ele não existe, para problemas que foram exacerbados pelas suas próprias decisões. 

Isabel Santos

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Esta imagem rompeu fronteiras e correu mundo. A fotografia exibe as viseiras que um hospital tailandês produziu para proteger os bebés na saída da maternidade. Uma excelente iniciativa, mas o poder desta imagem não reside nas viseiras produzidas, mas sim no bebé, que, em tempos de pandemia, nos remete para o campo do renascimento, da vida, da esperança. Só nos primeiros 15 dias de estado de emergência, Portugal contabilizou cerca de 2500 nascimentos. E isto deve lembrar-nos de que, neste momento, é também do futuro que tratamos. Nos hospitais e no Parlamento.

Manuel Pizarro

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Neste tempo de tanta incerteza, também há luz que nos indica o caminho da coragem, da resiliência e da esperança. Os nossos agricultores são parte dessa luz, ao assegurarem todos os dias a chegada de alimentos frescos e saudáveis às nossas casas. É bom saber que podemos contar com a nossa produção local, e por isso é tão importante que continuemos também a apoiá-la! Os nossos agricultores precisam de nós! Juntos conseguimos ser mais fortes nesta luta de todos.

Isabel Estrada Carvalhais

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Pós Guerra, Tony Judt, Edições 70

Mark Twain dizia que a História não se repete, mas rima. 75 anos depois do final da Segunda Guerra Mundial, a Europa volta a confrontar-se com a necessidade de se reerguer, agora não das cinzas, mas de um vírus que ameaça as nossas vidas, nos fechou em casa e tem um efeito devastador na economia. A Europa, que na altura acolheu milhões de refugiados e se reconstruiu com o Plano Marshall, precisa agora de voltar a unir-se e ser solidária para um novo plano de reconstrução.

Pedro Marques

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Para mais informações consulte a página dos Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu: http://www.pseuropa.pt/web/
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