25 de setembro de 2020
 

Participei esta semana na primeira reunião da subcomissão para os assuntos fiscais, cuja constituição é uma vitória para o nosso grupo político, que há muito insistia na criação de uma comissão permanente nesta área. Iremos liderar a luta por uma fiscalidade mais justa: contra a fraude e evasão fiscal; combate aos paraísos fiscais; impostos sobre as grandes fortunas, os gigantes tecnológicos e os grandes poluidores. Justiça fiscal é justiça social.

Pedro Marques

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No SOTEU, von der Leyen disse que irá avançar com a criação de uma identidade digital europeia. Uma ID digital é uma ferramenta chave da cidadania, e deve tornar-se acessível a qualquer cidadão. Na União Europeia, deve ainda servir para facilitar o acesso seguro a serviços, tanto públicos como privados, diminuindo burocracia e barreiras entre os vários Estados Membros. Aguardamos a proposta concreta.

Maria Manuel Leitão Marques

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Graças às propostas apresentadas pelos deputados socialistas, a Comissão de Emprego do Parlamento Europeu aprovou um relatório que preconiza importantes melhorias na chamada “Garantia Jovem”, nomeadamente em defesa da qualidade e da remuneração justa dos estágios. O relatório recomenda à Comissão e aos Estados-Membros a proibição da figura dos “estágios não-remunerados” e uma revisão do quadro de qualidade para os estágios, bem como medidas de reforço da proteção do emprego jovem nesta crise sanitária. Bandeiras pelas quais os socialistas lutaram e que podem fazer a diferença na vida de muitos jovens.

Pedro Silva Pereira

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Migração e Asilo

Em Abril de 2015, 700 imigrantes morriam depois do pesqueiro líbio que os transportava ter naufragado junto a Lampedusa. Foi a maior tragédia de sempre com imigrantes no mar Mediterrâneo. Na altura, a Comissão Europeia pediu que fosse restaurada a confiança numa política de migração europeia que tinha falhado. Quinze anos mais tarde e após o incidente em Moria, a Comissão Europeia volta a fazer o mesmo pedido. Nem Lampedusa, em 2015, ou Moria, este mês, são problemas italianos ou gregos. São europeus, mas não será fácil devolver aos cidadãos a confiança numa politica de migração.

No novo Pacto sobre a Migração e o Asilo agora apresentado, a Comissão Europeia deixa para trás a repartição obrigatória de migrantes e coloca a  tónica na partilha equitativa de responsabilidades e solidariedade, obrigando os Estados-membros a apoiar países sob pressão. Esperamos que, desta vez, a solidariedade e responsabilidade funcionem efetivamente. E não só perante tragédias com eco mediático. O Parlamento Europeu estará atento e continuará a defender modificações à Convenção de Dublin.

Margarida Marques

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"Estamos perante uma gigantesca responsabilidade para com a União Europeia, mas, sobretudo, para com o país e as novas gerações. Daqui a seis anos estarão cá a pedir-nos contas do que fizemos com estes recursos extraordinários que foram postos à nossa disposição."

António Costa, Primeiro-ministro

Não poderia estar mais de acordo, precisamos investir estrategicamente na sustentabilidade e na digitalização, e contribuir para os objetivos definidos pelo Pacto Ecológico Europeu.

Sara Cerdas

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A poluição provoca anualmente a morte prematura de 400 000 europeus. No dia europeu sem carros, a Presidente da Comissão Europeia deu um bom exemplo reforçando o seu compromisso com a descarbonização praticando jogging no Parque do Cinquentenário em Bruxelas, um espaço onde também pratico corrida regularmente. Num tempo de morbilidade acrescida provocada pelo COVID19, a mobilidade limpa tem que ser uma prioridade de saúde, incentivando também a prática desportiva nas cidades.

Carlos Zorrinho

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A semana foi marcada pela apresentação do Pacto Europeu para a Imigração e o Asilo. Um passo assumido como necessário há algum tempo. Contudo, na busca de gerar consensos a Comissão Europeia acabou por ceder àqueles que sempre se colocaram fora de qualquer sistema de partilha solidária da responsabilidade. Este pacto faz-me recordar Lampedusa na sua obra “O Leopardo”. Também nesta matéria parece que a única mudança permitida é a enunciada pelo príncipe Falconeri: “tudo deve mudar para que tudo fique como está."

Isabel Santos

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Monstros Fabulosos, Alberto Manguel, Tinta da China

Alberto Manguel é um nome incontornável para quem, como eu, tem na leitura uma atividade central da sua vida. O argentino foi notícia recente na imprensa portuguesa porque doou a sua imensa biblioteca, de mais de 45 mil volumes, à cidade de Lisboa. O que ele escreve sobre os livros e sobre a leitura encanta e ensina. Nas últimas semanas senti esse mesmo prazer lendo Monstros Fabulosos, um dos seus livros mais recentes. Um passeio pelos livros, na companhia de Alice, de Frankenstein e de outros, muitos outros, que incluem até o Mandarim criado por Eça de Queirós.

Manuel Pizarro

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Para mais informações consulte a página dos Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu: http://www.pseuropa.pt/web/
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