28 de janeiro de 2022
 

Uma semana preenchida por reuniões de Comissões Parlamentares. Participei em diversos debates na Comissão de Assuntos Externos e nas Subcomissões dos Direitos do Homem e de Segurança e Defesa. Destaco a participação do Alto Representante Josep Borrell, na Comissão de Assuntos Externos, para discutir a sua recente visita ao Brasil e ao Peru, bem como as recentes eleições na Venezuela. Na Subcomissão de Direitos do Homem quero também destacar o debate sobre a grave situação em Hong Kong, onde chamei a atenção para Macau e para todas as reiteradas violações do Estado de Direito, das liberdades individuais e das Leis Básicas daqueles territórios, instituídas com base nas Declarações Conjuntas Sino-Britânica e Sino-Portuguesa.

Isabel Santos

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A intimidação russa à Ucrânia constitui uma terrível ameaça a este país e à estabilidade europeia. Se é verdade que é crítico ser firme na defesa da integridade do estado ucraniano e do seu direito a fazer as escolhas que entenda mais adequadas, importa sobretudo manter aberto o diálogo e dar espaço à diplomacia. A par disso, como bem afirmou a Presidente da CE, Ursula Von der Leyen, importa continuar o apoio financeiro à Ucrânia, em várias áreas, incluindo o combate à pandemia.Esta é uma das melhores formas de provar o apoio europeu à Ucrânia.

Manuel Pizarro

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A Comissão Especial do Parlamento Europeu sobre Interferência e Desinformação Estrangeira (INGE) aprovou o seu projeto de relatório sobre como proteger o processo democrático de interferências internacionais hostis. Criada por iniciativa do S&D em 2020, a comissão alerta no seu relatório para as falhas dos estados no combate à desinformação, e faz sólidas recomendações no sentido de fortalecer as nossas democracias, tais como regulamentação mais forte das redes sociais, em particular no uso de algoritmos, bem como regras comuns e mais claras em matéria de financiamento de partidos políticos.

Isabel Estrada Carvalhais

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Estabilidade, progresso e justiça social

Estamos a horas das eleições de domingo, provocadas pela irresponsabilidade que foi chumbar o OE no meio de uma pandemia de dimensão planetária. O PS apresenta-se a estas eleições no lugar onde sempre esteve: como fator de estabilidade, progresso e justiça social. A alternativa que a direita apresenta não é diferente da habitual: copagamentos no SNS, sugestão de mecanismos mistos na Segurança Social e uma retórica pretensamente moderna assente numa visão liberal da sociedade que quer fazer desaparecer os equilíbrios sócio económicos que asseguram a coesão social.

Da nossa parte, do Partido Socialista, mantemos o nosso compromisso de trabalhar para desenvolver o país e melhorar a vida das pessoas. Responsavelmente, sempre progressistas e solidários, sem transigir nos nossos valores ou ceder a populistas radicais. Como sempre, nos momentos mais fáceis e nos momentos mais difíceis, o PS cá está e estará para assumir todas as responsabilidades.

Pedro Marques

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“Formámos os investigadores que são a parte da equação mais difícil de obter. Importa agora continuar a reunir as restantes condições para que possam desenvolver o seu trabalho.”

António Costa, encontro sobre Ciência e Inovação, em Coimbra, referindo como o investimento em ciência em Portugal é fundamental para a recuperação económica e é, verdadeiramente, um investimento no futuro.

Maria Manuel Leitão Marques

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As grandes manifestações de apoio que a campanha do PS, liderada por António Costa, tem recebido nas ruas ao longo dos últimos dias são a melhor sondagem ao reconhecimento do trabalho feito e à mobilização para as eleições do próximo domingo. Portugal precisa de prosseguir uma agenda de progresso e melhoria dos rendimentos das famílias, defendendo o Serviço Nacional de Saúde e impedindo o retrocesso económico-social pré-anunciado na aventura de uma direita de braço dado com a extrema-direita. Ficar em casa e confiar na sorte, pode dar azar!

Pedro Silva Pereira

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Solidariedade europeia, não pode ser, não é uma palavra vã. Escolho este testemunho do apoio do Chanceler alemão Olaf Scholz a António Costa pelo simbolismo que ele representa a poucos dias das eleições legislativas  em Portugal. Scholz, que sucedeu a 16 anos de Ângela Merkel no poder, diz partilhar as mesmas convicções de Costa, ao colocar os cidadãos no centro das politicas, no centro da atividade governativa. É esta vocação que distingue verdadeiramente os lideres sociais democratas e socialistas na Europa. É esta vocação que permitirá contruir uma sociedade mais justa e solidária numa Europa que enfrenta desafios tão fortes, num ainda contexto de incerteza, como a transição energética e digital, uma nova política orçamental, a proteção do Estado de direito ou o reforço da sua posição na ordem internacional. É com esta vocação que António Costa tem governado e governará.

Margarida Marques

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Não Olhem Para Cima (Don't Look Up) - 2021, Netflix

Para quem ainda não teve oportunidade de assistir, este filme é uma sátira às alterações climáticas e à sociedade atual. Reflete a negação da ciência de uma forma ampla, deixando inclusive em perspetiva o que aconteceu com a COVID-19 e as vacinas. Com algum humor à mistura, num estilo muito americano, qualquer semelhança com a realidade é uma mera coincidência.

Sara Cerdas

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