04 de fevereiro de 2022
 

No final da passada semana, no PE, comemorou-se o dia da memória das vítimas do Holocausto. Sendo este dia uma iniciativa do Congresso Judeu Europeu, as vítimas do Holocausto não fizeram parte apenas da comunidade judaica. Relembrar a história, como bem referiu a nova Presidente Roberta Metsola é sempre a melhor forma de evitar cometer os mesmos erros do passado. A Europa é o espaço da tolerância e do combate à discriminação de género, de raça ou etnia, sexual e religiosa. Importa defender sem reservas estes valores.

Manuel Pizarro

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Esta semana é marcada pelo início das negociações interinstitucionais (trílogos) do regulamento sobre as estatísticas relativas aos fatores de produção e produtos agrícolas, incluindo estatísticas sobre a agricultura biológica e pesticidas, para o qual sou a relatora do S&D. Este regulamento insere-se num importante processo de modernização do sistema europeu de estatísticas da agricultura levado a cabo pela Comissão Europeia. Dados estatísticos precisos e detalhados serão cruciais na monitorização dos objetivos e dos desafios do Pacto Ecológico Europeu.

Isabel Estrada Carvalhais

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Respeito, prestígio e admiração. Foi com esta imagem que o S&D, Grupo dos Socialistas e Democratas no Parlamento Europeu, saudou a vitória de António Costa e do PS nas eleições de domingo. As mensagens de parabéns chegaram à delegação do PS no PE das mais variadas proveniências. Mais uma vez, ficou patente o respeito e admiração que o bom desempenho dos governos de António Costa inspiram na política europeia.

Pedro Marques 

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Igualdade de género na política externa da UE

Os conflitos armados afetam de forma desproporcional as mulheres. Estima-se que 50 mil mulheres tenham sido violadas durante o conflito na ex-Jugoslávia, um valor que sobe para 250 mil no genocídio do Ruanda. Precisamos de uma política externa feminista, que garanta que uma parte significativa da ajuda humanitária da UE é utilizada para promover a igualdade de género e que reforce o apoio às vítimas de violência.

É, também, necessário melhorar a recolha e análise de dados desagregados por sexo, para que tenhamos um melhor conhecimento da realidade de cada país. Estas foram algumas das minhas prioridades para o Plano de Ação em matéria de igualdade de género cujo objetivo é promover a igualdade de género na política externa da União, e que foram aprovadas na última reunião da Comissão dos Direitos das Mulheres e da Igualdade dos Géneros.

Maria Manuel Leitão Marques

 

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"O Povo votou e o PS ganhou"

Foi com esta frase lapidar que António Costa iniciou o seu discurso de vitória depois de os portugueses lhe darem uma impressionante maioria absoluta para governar em estabilidade, virar a página da pandemia e prosseguir a sua agenda progressista. Há neste voto uma tripla mensagem: i) reconhecimento do trabalho feito pelo Governo socialista; ii) penalização dos partidos à esquerda do PS por se terem aliado à direita para chumbar o orçamento mais à esquerda que o País já teve, precipitando uma crise política absurda e irresponsável; e iii) rejeição do regresso ao poder da direita, agora de braço dado com a extrema-direita. Este sucesso do PS está a fazer furor na Europa, confirmando António Costa como uma figura de referência na política europeia e reforçando a esperança da família socialista numa vitória nas eleições europeias de 2024.

Pedro Silva Pereira

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Ao olhar para esta foto, veio-me à memória o poster de Vieira da Silva sobre o 25 de abril "A poesia está na rua". Ao olhar para os milhares de pessoas que desceram o Chiado no final da campanha socialista; ao olhar para os resultados que dois dias depois dariam a maioria absoluta a António Costa, só posso dizer que  a escolha da confiança e da estabilidade esteve na rua. Saibamos agora todos cuidar desta escolha.

Margarida Marques

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Os cidadãos decidiram e deram um claro voto de confiança ao Partido Socialista e a António Costa. O trabalho continua nos próximos 4 anos, com estabilidade e humildade, pautado pelo progresso e pela justiça social. Costa afirmou que esta "será necessariamente uma maioria de diálogo" com todos os partidos, exceto o Chega (a agora 3ª força política em Portugal). E, tal como no Parlamento Europeu, não compactuamos com a extrema direita, com populismos e radicalismos.

Sara Cerdas

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O Equilíbrio do Poder, Daron Acemoglu e James A. Robinson, Temas e Debates 

Depois de com o livro “Porque falham as nações”  terem conseguido focar na qualidade das instituições a razão fundamental para justificar a prosperidade das nações ou o seu falhanço, Daron Acemoglu e James A. Robinson vão ainda mais longe nesta obra sobre o “Equilíbrio do Poder” ao relacionarem a estabilidade das instituições à defesa da liberdade. Uma lição que os eleitores portugueses interiorizaram fortemente nas suas escolhas eleitorais recentes.

Carlos Zorrinho

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Para mais informaes consulte a pgina dos Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu: http://www.pseuropa.pt/web/
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