25 de fevereiro de 2022
 

Foi premonitória a discussão que tivemos no Parlamento Europeu sobre as relações UE – Rússia. Sem reservas, o Parlamento expressou apoio à Ucrânia e defendeu uma resposta firme da UE. A nossa linguagem não é a da guerra. Mas a guerra, agora que está em curso, não sairá impune. A invasão é injustificada e ilegal. A UE não a vai deixar sem resposta.

Pedro Marques

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A Presidente da Comissão Europeia anunciou durante a recente cimeira UE- África um vasto plano de investimento para África no valor de 150 mil milhões de euros que será concretizado ao longo dos próximos sete anos. Estes fundos terão como objetivo ajudar a financiar a transição ecológica, a digitalização, as infraestruturas, o emprego e a educação em África. Este é um passo importante para a concretização da nova estratégia “Global Gateway” que pretende reforçar a presença e o papel da UE no mundo, apoiando o desenvolvimento das regiões mais desfavorecidas.

Pedro Silva Pereira

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Não poderia deixar de destacar o repúdio veemente do S&D ao ataque russo à Ucrânia. Uma violação clara do direito internacional e dos Acordos de Minsk. Depois do fracasso dos esforços diplomáticos, o S&D sublinha que não se trata apenas de impor sanções à Rússia, trata-se de solidariamente apoiar a Ucrânia. Como apelou o Secretário Geral das Nações Unidas, António Guerres: “dêem uma oportunidade a paz”.

Margarida Marques

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Cancro do colo do útero - foco na prevenção*

 

Em 2020 foram contabilizados 30.447 novos casos e 13.437 mortes por cancro do colo do útero na UE, uma doença que afeta principalmente mulheres jovens. Para mitigar este problema de Saúde Pública, existem duas principais estratégias preventivas: vacinação, para prevenir infeções por HPV, e rastreio de base populacional, para deteção de lesões pré-malignas.


Entre estados-membros ainda existem discrepâncias, com os países do Centro-Leste e do Sul da Europa a apresentarem taxas de mortalidade mais elevadas, o que reflete as diferenças nas estratégias de prevenção e tratamento do cancro. No último plenário do PE foi aprovado o relatório do BECA, um plano de combate ao cancro ambicioso e progressista. Porque nenhum paciente com cancro pode ser deixado para trás, independentemente do local da EU onde resida.

*Adaptado do artigo The Parliament Magazine Fev/2022

Sara Cerdas

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"Se é necessário rever a arquitetura da segurança da Europa (...) então essa revisão deve fazer-se por formatos políticos e diplomáticos, e não por ameaças, chantagem, intimidação ou agressão."

Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios Estrangeiros

Proferida em declarações imediatamente anteriores à reunião dos Ministros de Negócios Estrangeiros da União Europeia com o seu homólogo ucraniano, esta frase evidencia com grande lucidez que também no plano da segurança e defesa, a convergência e a coesão na resposta conjuntural e estrutural da UE, que têm prevalecido e até sido reforçadas na abordagem ao conflito russo-ucraniano, devem precaver decisões precipitadas e forçadas por pressões externas que visam desafiar a robustez política e diplomática da União.

Carlos Zorrinho

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Partilho a impressionante imagem de uma ucraniana de idade avançada que, perante a ameaça, aderiu aos treinos de combate para lutar contra a invasão russa que agora se concretiza. As feridas do passado comum ainda não estão cicatrizadas e a guerra começa com consequências terríveis para todos. A Ucrânia não ficará só!

Isabel Santos

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A comunidade internacional tem de agir com absoluta determinação contra a invasão da Ucrânia por tropas russas. A guerra, que a União Europeia tem conseguido evitar desde a sua constituição, está de novo às portas da Europa, ameaçando Estados soberanos e pondo em risco a vida de civis inocentes. A diplomacia tem de continuar, mas, está na hora de sancionar a Rússia pelo seu desprezo pela vida humana, pela ordem jurídica internacional e pelas diversas instituições, a começar pela Organização das Nações Unidas. Não nos podemos calar.

Manuel Pizarro

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The Gates of Europe: A History of Ukraine, Serhii Plokhy, Basic Books

Neste livro, Plokhy mostra-nos como a importante posição geopolítica do território ucraniano (na confluência entre Médio Oriente, Rússia e Europa Central) acaba por se revelar ao longo de uma atribulada história com mais de dois mil anos, numa espécie de maldição que tem atraído sobre si as invejas e ambições de vários impérios, até chegarmos ao momento atual. Entrar nestes ‘Portões da Europa’ é assim o passo natural para quem pretenda desenvolver uma compreensão mais profunda sobre a complexa realidade política em que a Ucrânia se situa, e cujo potencial de globalização nos deve inquietar a todos.

Isabel Estrada Carvalhais

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Para mais informaes consulte a pgina dos Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu: http://www.pseuropa.pt/web/
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