04 de março de 2022
 

O Parlamento Europeu aprovou uma resolução que visa assegurar o apoio à Ucrânia e aos ucranianos, hoje e no futuro. A aprovação desta resolução por 637 votos a favor, 13 contra e 26 abstenções mostra bem a unidade da União Europeia neste conflito, mas também uma UE mais forte. Esta unidade agora representa um passo importante no objetivo de dar uma maior capacidade à UE para agir no contexto global. O Parlamento Europeu considerou também começar a falar com a Ucrânia para poder vir a atribuir a este país o estatuto de país candidato, uma vez respeitadas as exigências para o reconhecimento daquele estatuto.

Margarida Marques

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“Não podemos tomar a nossa segurança e a proteção das pessoas como garantidas. Temos de nos erguer em defesa dela. Temos de investir nisso. Temos de assumir a nossa justa quota-parte de responsabilidade”, declarou a presidente da Comissão, Ursula Von der Leyen, em plenário, numa sessão extraordinária, na sequência da resposta à invasão da Ucrânia pela Rússia. Pela primeira vez, a UE utilizou o orçamento europeu, através do Mecanismo Europeu de Apoio à Paz, para comprar e entregar armas a um país que está a ser atacado.

Sara Cerdas

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Na sequência de uma iniciativa dos Socialistas e Democratas (S&D), o Parlamento Europeu realizou uma sessão plenária extraordinária para debater a agressão da Rússia à Ucrânia e aprovou por larga maioria uma resolução que deixa claro que Putin e todos os oligarcas terão de ser responsabilizados pela violação do direito internacional e pela intolerável invasão de um país soberano. A resolução reforça, com o apoio da casa da democracia europeia, a resposta concertada da União Europeia, apoiando a capacidade de defesa da Ucrânia contra o agressor e de resposta humanitária urgente, designadamente através do acolhimento e inserção de refugiados.

Carlos Zorrinho

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Dias de chumbo

A minha geração jamais imaginou viver dias como aqueles que atravessamos. Dançámos ao som do Portugal na CEE, fomos jovens inebriados ao som dos camartelos que derrubaram o muro de Berlim, tornamo-nos adultos com a progressão das democracias no leste. Tivemos a confiança inabalável de que o nosso futuro e dos nossos filhos seria um horizonte infinito de democracia, paz e desenvolvimento. Depois vieram as crises e a fragilidade das nossas certezas. Os últimos dias mostraram-nos que nada nas nossas vidas pode ser dado por adquirido.Diante da insanidade do ataque sem precedentes e sem fundamento lançado pela Rússia contra a Ucrânia, quebrou-se a letargia de Bruxelas e a UE ergueu-se una, íntegra e com uma força que julgamos inexistente, na defesa do direito dos povos à democracia, à paz e à autodeterminação.

Trememos, mas em poucos dias fomos capazes de abrir mão de muitos interesses e aprovar um pacote de sanções sem precedentes sobre setores económicos, oligarcas russos, Putin e o seu Ministro dos Negócios Estrangeiros. Quebramos com o pacifismo e a neutralidade de alguns dos Estados Membros e enviamos armas para a frente de combate. Quebramos as barreiras do que parecia impossível. Não pedimos esta guerra. Não tivemos escolha. Só temos um lado. No meio disto tudo encontramos um herói improvável. Um comediante que venceu eleições sem uma campanha convencional, um político cheio de erros que se levanta a cada queda, que sorri, que sonha, que fala com paixão e poesia. Um "animal político" fora deste tempo, chamado Zelensky. Em dias de chumbo encontramos um pouco de cor.

Isabel Santos

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"Será assegurada a concessão imediata de vistos para todos aqueles que sejam familiares, amigos ou conhecidos de residentes em Portugal e queiram desde já ir residir para Portugal", tendo sido já "dadas instruções nesse sentido aos serviços consulares e embaixadas quer na Ucrânia, quer nos países limítrofes".

António Costa, Primeiro-ministro

António Costa clarifica bem a visão portuguesa sobre a solidariedade que deve nortear o projeto europeu. Neste momento dramático, em que voltamos a ter guerra na Europa, importa unir esforços para minimizar o sofrimento daqueles que são sempre as maiores vítimas: os civis, em particular as crianças as mulheres e os jovens. Senti orgulho nesta afirmação, que foi acompanhada pelos elogios do primeiro-ministro ao papel muito positivo da comunidade ucraniana em Portugal.

Manuel Pizarro

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De Berlim a Nova Iorque, são muitas as fotografias que ilustram o apoio estrondoso do Mundo à Ucrânia e à sua população em sofrimento. De forma mais modesta, também esta foto que eu tirei na minha cidade, Braga, traduz a mesma união, o mesmo sentido de solidariedade para com os ucranianos e para com todos aqueles que sofrem perseguição e humilhação. Não importa em que lugar estamos, quando o que importa é ouvir e acolher os que clamam por abrigo e paz. Que todas as cidades, vilas e aldeias, sejam Casa que recebe e Asa que protege.

Isabel Estrada Carvalhais

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Esta semana, na sessão plenária extraordinária do PE destinada a debater a situação na Ucrânia, interveio o Presidente Vlodimir Zelensky. Não julgo que seja sequer necessário debruçar-me sobre o que disse o Presidente da Ucrânia. Quero apenas partilhar este extraordinário momento de solidariedade que tive oportunidade de testemunhar.

Pedro Marques

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O Jogo da Imitação, Netflix

Quem conhece a história da Segunda Guerra Mundial sabe a importância que teve no seu desfecho a descoberta do matemático britânico Alan Turing, que permitiu decifrar as mensagens encriptadas alemãs. O "Jogo da Imitação" sobre a vida de Turing, com Bennedict Cumberbatch, é uma boa forma de vermos como a informação foi, e continua a ser, fundamental para se ganhar e perder as guerras, em sentido próprio e figurado.

Maria Manuel Leitão Marques

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