11 de março de 2022
 

Esta sessão plenária destaco o debate sobre um novo quadro estratégico pós-2020 da UE para a saúde e segurança no trabalho. Para proteger melhor os trabalhadores europeus é essencial reivindicar melhores condições. Uma “visão zero” que não só garanta que não morrem mais trabalhadores por doenças ou acidentes provocados pelo trabalho, mas que apresente um foco na prevenção, com atuação sobre os fatores de risco modificáveis e com promoção da literacia em saúde.

Sara Cerdas

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Numa resposta robusta ao brutal aumento dos preços da energia, em particular do gás, e aos problemas de segurança de abastecimento provocados pela invasão da Ucrânia pela Rússia, a Comissão Europeia aprovou um pacote de ações intitulado REPowerEU para proporcionar aos cidadãos e às empresas energia mais limpa e a preços mais acessíveis e combater de forma conjuntural e estrutural a dependência da União Europeia em relação ao gás russo. O pacote inclui a possibilidade dos Estados Membros regularem preços e apoiarem as empresas e os consumidores mais vulneráveis.

Carlos Zorrinho

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É fundamental que a Europa caminhe na direção da independência energética o quanto antes. Saúdo por isso o apoio do Grupo S&D à proposta da Comissão Europeia, que defende um conjunto de medidas tendo em vista acautelar a volatilidade do mercado energético. Partilho, também, o apelo a uma rápida procura de fontes alternativas de fornecimento de energias, renováveis ou fósseis, de forma a terminar todos os atuais vínculos com a Federação Russa. Esta crise demonstra de forma clara que a Europa não pode, nunca mais, ficar dependente do fornecimento de energia por parte da Rússia.

Isabel Santos

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Europa apoia quem precisa de proteção

No contexto da gravíssima crise causada pela invasão da Ucrânia pela Rússia as questões humanitárias assumem relevo central. Por isso a União Europeia tem desenvolvido várias iniciativas de apoio humanitário, no próprio território ucraniano, nas zonas de fronteira e ainda, na abertura ao acolhimento de refugiados em todos os países da UE. Portugal tem tido a este respeito uma atitude exemplar, de solidariedade expressa por pessoas, instituições, autarquias e pelo Governo.

Para agilizar este apoio, a Comissão Europeia ativou a diretiva relativa à proteção temporária para que a assistência aos refugiados (já perto dos 2 milhões e tendente a duplicar) possa ser rápida e eficaz, proporcionando proteção e direitos imediatos; reduzindo a pressão sobre os sistemas nacionais de asilo; reforçando a solidariedade e a partilha de responsabilidades e o apoio prestado pelas agências da UE. Nas palavras de Ursula von der Leyen, "a Europa apoia as pessoas que necessitam de proteção. Todos os que fogem das bombas de Putin são bem-vindos na Europa. Asseguraremos proteção às pessoas que procuram abrigo e ajudaremos as pessoas que necessitam de segurança."

Manuel Pizarro

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"I have spoken for women’s rights (…) this, however, is the first time I have to stand up for the women’s right to live on itself."

Oksana Zabuzhko

No Dia Internacional da Mulher, esta foi uma das frases que marcou o discurso da escritora ucraniana Oksana Zabuzhko. Emocionada, mas firme, Oksana relembrou perante o Parlamento Europeu a coragem indizível das mulheres ucranianas que amordaçam o seu sofrimento para poderem salvar os seus filhos, sendo que muitas também combatem com armas pela sua terra e pela sua identidade. E pediu para que a Europa proteja a Ucrânia, ajude a salvar as vidas e os sonhos dos seus milhões de mulheres e de crianças.

Isabel Estrada Carvalhais

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Nenhum de nós imaginava que imagens destas fossem um retrato de uma realidade vivida na Europa, em pleno século XXI. Sem explicação aceitável, sem critério, sem respeito por direitos fundamentais ou pelo Estado de Direito. Sem desculpa. A destruição, o sofrimento e o medo das populações patentes nestas fotografias da CNN não nos deixam indiferentes. Felizmente não nos deixam indiferentes.

Pedro Marques

 

 

 

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Uma mensagem que vale mais que uma flor

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Winter on Fire, Netflix

Passadas duas semanas desde o início da invasão russa à Ucrânia, este documentário torna-se essencial para compreendermos a história recente da Ucrânia. O documentário retrata a heróica resistência ucraniana durante quase quatro meses, na Praça Maydan, em 2013-2014. É particularmente importante perceber como os protestos de Maydan, como ficaram conhecidos, se deveram à escolha livre dos ucranianos em quererem pertencer ao bloco europeu e à União Europeia, por oposição à proximidade com a Rússia que o então Presidente Ianukóvytch favorecia. Este é um retrato duro, mas essencial, para vermos com outros olhos a atual resistência ucraniana face à invasão russa.

Pedro Silva Pereira

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Para mais informaes consulte a pgina dos Socialistas Portugueses no Parlamento Europeu: http://www.pseuropa.pt/web/
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